Clara Maria de Souza

 

Aniversário:

12 de agosto

Formação:

Graduada em Serviço Social pela Emescam e pós-graduada em Políticas Públicas com ênfase em Gênero e Raça, pela Ufes,

e em Saúde Mental com ênfase em Dependência Química, pela FAVENI. 

Por que escolheu essa profissão? 

Quando escolhi a profissão, fazia parte da Pastoral Carcerária, um movimento da Igreja Católica que visitava os presídios.

Em uma dessas visitas, percebi que, enquanto assistente social, poderia ter algumas ferramentas para trabalhar com esse público. 

O que você mais gosta nessa área?

Sempre gostei de desafios e acredito que a profissão de assistente social é desafiante porque lida com as questões sociais,

entre elas a dependência química e a saúde mental.   

Como você gosta de se definir?

Sou uma fênix. Tenho altos e baixos.

Sempre que passo por situações que me deixam para baixo, eu saio de lá mais forte ainda, disposta e com mais vontade de reconstruir.

Também sou uma romântica incorrigível. Sempre acredito no lado romântico das coisas, apesar de ser racional. 

Qual frase te move?

“Viva como se fosse morrer amanhã. Aprenda como se fosse viver para sempre”, de Mahatma Gandhi.

Gosto muito desse pensamento de viver um dia de cada vez. 

Quais são seus hobbies?

Eu sou uma aventureira. Adoro esportes radicais, como montanhismo, parapente, trilhas…

Gosto também de passear e fazer outros esportes com o meu cachorro. Gosto de plantas e até tenho uma horta vertical em casa. 

Filme ou série favorito?

Gosto muito de filmes de comédia e drama. Ri muito assistindo à comédia brasileira “O Auto da Compadecida”.

Também gosto muito de “O Sexto Sentido”. Ele prende a atenção até o final, quando é possível desvendar a história. 

Qual sua música favorita?

A letra de “Epitáfio”, dos Titãs, traz uma reflexão sobre os erros e acertos da vida.

Já “Velha Infância”, dos Tribalistas, me traz uma lembrança bacana porque foi com ela que entrei na minha colação de grau.

Qual livro recomenda?

Recomendo dois. O primeiro é “O Monge e o Executivo”, que fala sobre a diferença entre um líder e um ditador.

O outro é “O Menino do Pijama Listrado”, que mostra a pureza e a inocência de duas crianças vivendo o cenário caótico do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial.