Katia Joaneza da Costa Silva

 

Aniversário: 

09 de novembro

Formação: 

Graduada em Psicologia pela UEPB, pós-graduada em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pela Estácio de Sá e

em Reabilitação Neuropsicológica e Psicomotricidade pela Cândido Mendes. 

Por que escolheu essa profissão? 

Desde criança eu me interessei por tudo que tem a ver com psicologia, com os estudos da mente, dos sonhos.

Minha mãe dizia que, quando aparecia algo na televisão sobre esses assuntos e sobre sentimentos, comportamentos, eu me interessava porque chamava a minha atenção.

Sempre adorei livros sobre psicologia e psiquiatria e sempre fui fascinada pelos processos mentais ocultos da psique humana.

 

O que você mais gosta nessa área?

Desvendar, analisar, interpretar e avaliar o comportamento humano.

Isso é possível em uma conversa, em uma troca de olhares, em uma interação corporal.

Sempre atrás das palavras, existem sentimentos. Sempre atrás dos sentimentos, há algumas palavras que vão traduzi-los.

A Psicologia é muito rica e muito intensa. 

Como você gosta de se definir?

Eu sou muito dinâmica. Gosto de transformações. Eu nunca sou, sempre estou. Já tive muitas mudanças.

Já morei na Paraíba, em Brasília, em Belo Horizonte, agora estou em Vitória. Sou um eterno vir a ser!

Não tenho religião definida, mas espiritualidade é um pilar na minha vida. Ela alimenta nossa essência e dà sentido à vida! 

Qual frase te move?

“Não encontramos ninguém nesta vida por acaso. Cada pessoa é um teste, uma missão ou um presente. Escolha o que você quer receber!”

Sempre gostei dessas frases! É assim que eu lido com as coisas da vida! 

Quais são seus hobbies?

Passear na praia, correr, conversar com pessoas, dançar, cantar, viajar…

Pirenópolis, em Goiás, e Cachoeira do Buracão, na Chapada Diamantina, na Bahia, foram dois lugares mais lindos que já vi!

Gosto muito de falar sobre astrologia. Minhas amigas e colegas de trabalho adoram quando eu falo sobre os signos, o céu da semana e as conjunções astrológicas! 



Filme ou série favorito?

“O Feitiço de Áquila” foi um filme que me marcou muito na infância.

É a história de um grande amor de duas pessoas que foram amaldiçoadas. Uma virou lobo e outra, águia.

Eles não se viam como pessoas porque, enquanto um era ser humano, o outro era um animal, mas o cuidado que eles tinham um com o outro era muito bonito.

O filme “Quando Nietzche chorou”, inspirado no livro do mesmo nome, também me emocionou muito. Mostra a vida e o lado humano do filósofo. 

Qual sua música favorita?

Eu sou muito eclética, mas gosto muito de MPB, como Cássia Eller e Maria Bethânia, e de rock.

Duas bandas embalaram o final da minha adolescência e o início da minha vida adulta: Scorpions e Roxette.

Gosto também de ouvir e dançar sertanejo e forró em momentos de descontração. 

Qual livro recomenda?

“Mulheres que correm com os lobos”, da analista junguiana Clarissa Pinkola Estés.

Foi um livro que me despertou muito porque me convidou a olhar para dentro, me identificar como a mulher não domesticada, instintiva, visceral, cheia de energia vital

e encontrar a bússola que orienta as minhas potencialidades.

Eu sou o que eu desejo ser e quero ser, não o que os outros querem que eu seja.